Introdução

Tive um blog aí entre 2004 e 2006. Por falta de tempo para o alimentar, parei.

Recentemente, comecei a sentir falta de uma plataforma onde pudesse escrever textos mais longos. O Twitter ou o Bluesky são plataformas interessantes (embora a primeira esteja transformada num esgoto de fachos racistas, o que exige um esforço de curadoria não despiciendo para manter a sanidade mental em níveis aceitáveis), mas têm o problema do limite de caracteres. O Facebook não tem, mas também não há lá nada de jeito. O LinkedIn, enfim, o próximo post é-lhe dedicado.

Restam os blogs. Não com o objectivo de alcançar audiência, mas apenas como repositório de textos grandes sobre temas que me ocorrem depois de apagar a luz e que, quando isso acontece, me fazem demorar a adormecer.

Não vou ter qualquer preocupação de manter um ritmo.  O ritmo será o que bem me apetecer. Não há temas específicos, mas apenas os que me derem na real gana.  Pode ser política, futebol, vinho, comida, F1, mamas, o que me vier à cabeça. Usarei vernáculo a meu bel-prazer.

A publicidade será nas bio das redes, e um ou outro link para um post, quando me apetecer ver o circo a arder. Quem me conhece, sabe do que a casa gasta. Os outros, comem do que há ou saem por onde entraram, que ninguém é obrigado a comer do que não gosta.

Escrevo para mim, mas quem vier por bem, é bem-vindo.

E que comecem os jogos.

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